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Contador da DKEE comparando os portes MEI, ME e EPP com um empreendedor em São Paulo
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MEI, ME ou EPP: qual porte escolher para abrir sua empresa

MEI, ME ou EPP: entenda os limites de faturamento, os impostos e as obrigações de cada porte em 2026 para escolher o enquadramento certo e não pagar mais imposto do que precisa.

Quero saber qual porte é o meu
RP
por Rodolfo Pagliari
Contador · DKEE · CRC 1SP220842/O-0
2 de julho de 2026 · 9 minWhatsApp
Resposta Direta
A escolha entre MEI, ME ou EPP depende do faturamento anual do negócio. O MEI vai até R$ 81.000,00 por ano, com imposto fixo mensal e sem contador obrigatório. A Microempresa (ME) fatura até R$ 360.000,00 e a Empresa de Pequeno Porte (EPP) até R$ 4.800.000,00, ambas com contador e escrituração obrigatórios. Se o seu negócio projeta faturar mais de R$ 6.750,00 por mês, provavelmente o porte certo já é a ME, e não o MEI.

MEI, ME e EPP: o que muda entre os três portes

Antes de abrir empresa, uma dúvida sempre aparece: qual porte escolher. MEI, ME e EPP não são regimes tributários, são portes, e o que separa um do outro é o faturamento anual. Esse número define quanto você paga de imposto, quais obrigações precisa cumprir e se o negócio exige um contador. Escolher errado significa pagar mais do que o necessário ou, pior, ter que refazer todo o enquadramento poucos meses depois.

A DKEE, escritório de contabilidade no Alto da Mooca, acompanha esse momento de decisão para quem está começando em São Paulo e em cidades vizinhas como Jundiaí, Itupeva, Indaiatuba e Piedade. O objetivo é simples: colocar o seu negócio no porte que custa menos dentro da lei e que aguenta o crescimento previsto para os próximos meses.

MEI: o porte de entrada e seus limites

O MEI (Microempreendedor Individual) é a porta de entrada mais simples da formalização. A abertura é gratuita e feita pelo Portal do Empreendedor, sem taxa de Junta Comercial. O grande atrativo é a tributação fixa: em vez de calcular imposto sobre o faturamento, o MEI paga um valor único por mês no DAS.

Atividade do MEIComposiçãoDAS mensal em 2026
Comércio e indústriaINSS R$ 81,05 + ICMS R$ 1,00R$ 82,05
ServiçosINSS R$ 81,05 + ISS R$ 5,00R$ 86,05
Comércio e serviçosINSS R$ 81,05 + ICMS R$ 1,00 + ISS R$ 5,00R$ 87,05

O valor do INSS (R$ 81,05) corresponde a 5% do salário mínimo de 2026, fixado em R$ 1.621,00. Além do imposto baixo, o MEI tem obrigações reduzidas: a declaração anual (DASN-SIMEI), entregue até o fim de maio, e o relatório mensal de receitas. É o único porte dispensado de contador obrigatório e de escrituração contábil formal.

Atenção: O MEI tem limite rígido de R$ 81.000,00 por ano, cerca de R$ 6.750,00 por mês, e uma lista fechada de atividades permitidas. Muitos prestadores de serviço descobrem tarde demais que a sua profissão não cabe no MEI, ou que o faturamento já estourou o teto. Nos dois casos, o caminho é a Microempresa.

ME e EPP: quando o negócio cresce

Quando o faturamento supera o teto do MEI, ou quando a atividade não é permitida nele, o negócio passa a ser Microempresa ou Empresa de Pequeno Porte. Aqui muda tudo: o imposto deixa de ser fixo e passa a ser calculado sobre o faturamento, por meio do PGDAS-D no Simples Nacional, com alíquotas progressivas.

PorteFaturamento anualCálculo do imposto
MEIAté R$ 81.000,00Valor fixo mensal no DAS.
ME (Microempresa)Até R$ 360.000,00Percentual sobre o faturamento (Simples, Presumido ou Real).
EPP (Empresa de Pequeno Porte)De R$ 360.000,01 a R$ 4.800.000,00Percentual sobre o faturamento (Simples, Presumido ou Real).

Tanto ME quanto EPP podem optar pelo Simples Nacional, desde que a atividade seja permitida e o faturamento respeite o limite geral de R$ 4.800.000,00 por ano. A diferença entre as duas é apenas a faixa de faturamento: a EPP é a mesma estrutura da ME, só que para um negócio maior. Ambas exigem contador habilitado e escrituração contábil regular.

Dica DKEE: Se você é prestador de serviço ou profissional liberal e projeta faturar mais de R$ 6.750,00 por mês, vale abrir direto como ME e escolher o regime tributário certo desde o começo. Assim você evita o retrabalho de migrar do MEI poucos meses depois da abertura.

Impostos e obrigações lado a lado

A tabela abaixo resume o que mais pesa na hora de decidir: quanto de imposto, quais obrigações e se há contador obrigatório. É a fotografia prática dos três portes em 2026.

  • MEI: imposto fixo mensal (R$ 82,05 a R$ 87,05), declaração anual simples, sem contador obrigatório, sem escrituração contábil.
  • ME: imposto sobre o faturamento (Simples, Presumido ou Real), obrigações acessórias mensais, contador e escrituração contábil obrigatórios.
  • EPP: mesma estrutura da ME, para faturamento maior, também com contador e escrituração obrigatórios.
  • Nos três portes, a emissão de nota fiscal é possível, e obrigatória em muitas vendas para pessoa jurídica.

Repare que a economia do MEI vem junto de um limite baixo e de menos flexibilidade. Já a ME e a EPP custam mais em estrutura, mas abrem a porta para o planejamento tributário: escolher entre Simples Nacional e Lucro Presumido, organizar pró-labore e distribuição de lucros, e apurar o imposto no regime que custa menos.

Como decidir o porte certo para o seu caso

Não existe porte melhor no geral, existe o porte certo para o seu faturamento, a sua atividade e o seu plano de crescimento. Estas são as perguntas que orientam a decisão:

  • Quanto você projeta faturar por mês no primeiro ano? Acima de R$ 6.750,00 já indica ME.
  • A sua atividade está na lista de ocupações permitidas ao MEI? Muitas profissões liberais não estão.
  • Você pretende contratar funcionários? O MEI permite apenas um empregado.
  • Os seus clientes são empresas que exigem nota fiscal com CNPJ e porte compatível?
  • O negócio tem sócios? O MEI é individual por definição, sócio exige ME ou EPP.

Responder a essas perguntas com um contador evita a armadilha mais comum: abrir como MEI para economizar agora e ter que desenquadrar em seguida, com custo e retrabalho. A DKEE faz esse diagnóstico antes de qualquer protocolo, seja você de São Paulo, Jundiaí, Itupeva, Indaiatuba ou Piedade, para que o seu negócio já nasça no porte certo e no regime que paga menos imposto dentro da lei.

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Aviso legal: Este conteúdo é informativo e educativo. A legislação é complexa e pode sofrer alterações. Nenhuma decisão deve ser tomada sem consulta a um contador habilitado e análise do seu caso específico.

Perguntas frequentes

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RP
Rodolfo Pagliari
Contador · DKEE
CRC 1SP220842/O-0
Prestadores de ServiçoProfissionais LiberaisAbertura de empresaAlto da Mooca

A Central de Negócios Assessoria Contábil (DKEE) é um escritório de contabilidade no Alto da Mooca, em São Paulo, focado em pequenos negócios: escrituração no prazo, apuração fiscal conferida e imposto apurado no regime que custa menos dentro da lei. Uma trajetória construída na confiança, por indicação. Responsável técnico: Rodolfo Pagliari, Contador (CRC 1SP220842/O-0).

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